30 de maio de 2008

Perdido por um Tempo.



Sabe quando você acha algo que perdeu à muito tempo?
Você olha pro que perdeu e pensa em todos aqueles
momentos que a tal coisa te faz lembrar.
Aquele um real perdido no bolso da calça.
Aquele papel com um telefone que você nem sabe de quem é,
porque não anotou nomes, só números.
Às vezes, é bom reencontrar o perdido.
Às vezes, é bom sentir de novo o que já passou.
Às vezes, é bom perder, pra depois achar,
às vezes, sempre é bom.

(Felipe Godoy)

23 de maio de 2008

O tombo de Alícia ( vergonha)



Ao tropeçar Alícia caiu
... teve sorte que ninguém viu
mas em meio ao tombo
teu cabelo à amorteceu
foi num instante que tudo isso sucedeu

Imaginem só se alguém a visse cair
ninguém ia segurar
e iriam todos começar a rir
ela então não teria onde se esconder
preferiria até morrer
só pra niguém a ver.

(Felipe Godoy)

14 de maio de 2008

A pré-ação de Bartô.



Bartolomeu,
conhecido como Batô,
é um monstro que não assusta muito.
Em um dia angustiante,
ele queria comer uma torta,
até comoeçou a sentir o cheiro da torta.
Ele percebeu que sentia o cheiro da torta porque
Ana tinha acabado de preparar uma torta,
e havia colocado-a na janela para que esfriasse.
A típica cena que faz uma pessoa simples virar ladra.
Foi o caso de Bartô, que comeu a torta sem pestanejar.
Quando Ana volou ficou desesperada
porque a torta que tinha feito com todo carinho para dar
de presente à Bartô, havia sumido.
Moral da Hisória,
não se precipite, tudo tem seu tempo.
Deixe a vida seguir teu curso, mas isso não quer dizer que deva
sempre fivar de braços cruzados.

(Felipe Godoy)

6 de maio de 2008

Pense 2 vezes!

Uma empresa joga produtos quimicos num rio
uma vaca com sede bebe dessa água
a vaca urina numa flor
e uma abelha tira polem dessa flor
a abelha produz o mel
e se transforma numa espécie a mais na terra.
Você quer que isso aconteça?
Eu não.
atos impensados,
se trnasformam em erros irreparáveis.
Tome cuidado com o que faz !

(texto e desenho: Felipe Godoy)

20 de abril de 2008

A infeliz segunda-feira de Cristina

Cristina acorda, numa segunda-feira, com as pernas dormentes
e pensa:
- Nossa se eu não tivesse pernas, eu não teria que ir hoje dar aulas.
Ela se levanta, se arruma, e vai para a escola.
Chega na sala de aula, o dia está quente,
um de seus alunos pede q ela ligue o ventilador.
A professora atende ao pedido sem exitar, pois o calor também a consumia,
no ato de ligar o ventilado, a professora leva um pequeno choque elétrico.
Vê também que os fios do interruptor estão desencapados
e numa fase precária.
O ventilador foi ligado.
A sala está ventilada.
Os alunos e Cristina, gozam do vento refrescante,
até que de repente ouve-se um som de estouro,
o interruptor está pegando fogo.
A professora vê aquilo desesperada,
e olha para os alunos
em seguida olha pro ventilador que ranje,
e que está em alta velocidade.
O ventilador escapa do teto e percorre toda a sala
até atingir as pernas de Cristina, que estava acoada diante do quadro negro.
O desejo matinal de cristina foi realizado.
Ela agora não tem mais as pernas.
Essas, foram decepadas pelas lâminas do ventilador.
Não deseje o que não quer,
as Palavras têm PODER.

(Felipe Godoy)

Sangue seco

Julieta sempre na hora de acordar
viu um filete de luz entrando em sua janela
ela tinha a pele branca
usava um vestido longo de algodão
costurado a mão por ela mesma
passava seu café em um velho coador de pano
retalhos espalhados no chão e um corte no pulso
acordou numa manhã em um jardim
com folhas secas pela grama
como qualquer jardim de um conto de amor
mais ela estava sozinha sentia-se bem ali
até perceber que tinha um formigueiro
e as formigas subia por todo seu vestido
notava que durmirá por lá, levantou-se e foi caminhar
sentiu gotas pingando vindo de algum lugar
olhou para seu pulso e era seu velho corte
que voltava a sangar
sentiu-se fraca e o verde da grama estava vermelho
desmaiou
quando voltou de seu desmaio estava em seu quarto
não tinha saído de lá
e tudo parecia normal
mas seu pulso ainda estava aberto
com uma casca de sangue seco que cobria o corte
e não deixava o sangue escorrer
achou tudo muito estranho
levantou para passar seu café e nem se lembrava mais
do episódio que acabava acontecer.

(Gabriela Godoy)

3 de abril de 2008

Como um código



Somos únicos
somos diferentes e únicos.
Eu sou o único você é, nós somos,
até quem já morreu,
É como um código de barras
em uma de nossas mãos,
cada um tem o seu!


(texto e foto: Felipe Godoy)

2 de abril de 2008

O quase Assassinato



De longe posso ver um banco,
mas ele não está vazio, há um velho sentado lá.
O velho lê seu jornal semanal, e ao mesmo tempo,
pombos são alimentados com migalhas de pão,por uma menina saltitante,
voltando ao velhote, posso dizer que de onde o vejo ele parece ser um velho rabugento,
não tem um rosto agradável,muito menos simpático.
A menina que falei a pouco,
agora saltita na frente do velho,o deixando cada vez mais impaciente,
ela também começa a cantar, um musiuinha infantil bem chata.
Confesso que se fosse comigo eu já teria mandado ela calar a boca,
mas o velho não fez isso, a mãe da menina está por perto.
O velho vê a menina se aproximar da mãe.
Ele se dá por aliviado, ao ver a menina "infernal" se distanciar.

- Ufa. (Sota o velho)Porém, a menina volta pra perto do banco e dos pombos, e do velho.

- Culpa desses malditos pombos - Pensa com raiva o Velhinho.

A pobre menina começa novamente à cantarolar,dessa vez mais alto,
no meio dos pombos, diante do banco e do velho.
O velhinho, coitado do velhinho, não aguenta mais, isso não pode estar acontecendo.
O velho está tentando arrancar a lixeira que há do lado do banco,
ele usa toda a sua força, e após um tempo, está com a lixeira nas mãos,
a menina nem nota, o velho então mira a lixeira na cabeça da garotinha,
e manda com uma força inesperada.
A menina, claro, cai na hora,
e o velho se alivia, mas o desespero volta quando ele se dá conta de que
a menina sangra no chão.
O velho foge, a mãe da menina começa a chorar vendo a situação,
sacudindo a filha q acorda do desmaio, e diz q está tudo bem,
queixando - se apenas de uma dor de cabeça.
Assim acaba meu dim de tarde,vendo mãe e filha ensanguentada,
indo para casa.


Agora eu pergunto, e se a menina tvesse morrido?
Seria o velhinho, um assassino, e eu uma testemunha!



(Felipe Godoy)

1 de abril de 2008

Telefone Vermelho








A porta ranje,
o barulho mais parece o sofrimento de alguém
mas quem? não sei...
a porta enfim bate,
e a perede até treme com o baque
pela fechadura é possível ver
um telefone vermelho
que toca sem ninguém pra atender!

Há por aí,
gente que já perdeu muitos telefonemas
por medo,
apenas medo
nada além do medo
do que pode ser dito (neste caso) pela máquina vermelha!

(Felipe Godoy)